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A presidente do Comung e reitora da Unisc, Carmen Lúcia de Lima Helfer, cumpriu agenda em Porto Alegre nesta segunda-feira, 10 de junho. Na oportunidade, participou de uma audiência com deputado Gabriel Souza para apresentação do Comung e de ações em Brasília. Também esteve presente no lançamento da Frente Parlamentar em defesa das Universidades Públicas, Privadas e Comunitárias do RS. Nesse evento, estiveram presentes reitores, pró-reitores e representantes das seguintes Instituições de Ensino: Univates, Unicruz, IPA, Unisc, Uergs, Feevale, PUC, URI, La Salle e UFN, além do secretário de Ciência e Tecnologia do RS, Luiz Lamb, e dos deputados Luis Augusto Lara e Fábio Branco.

A Frente, que conta com a assinatura de mais 24 deputados signatários, de diferentes campos ideológicos, pretende voltar-se ao ensino superior de maneira ampla e defender uma pauta comum entre as instituições. “Precisamos olhar a educação como ela é: apartidária. O que estamos instalando hoje é um espaço político importante para que possamos dialogar e construir soluções para as demandas apresentadas pelas universidades”, explicou o deputado Gabriel Souza.

Representando 15 instituições comunitárias do RS, a reitora da Unisc Carmen Lúcia de Lima Helfer defendeu que os parlamentares sejam porta-vozes das universidades nos espaços de debate. “Com cumplicidade, envolvimento e afinindade dos integrantes dessa Frente tenho certeza que ela renderá bons frutos e a nossa maior beneficiada com isso, com certeza, será a sociedade gaúcha”, afirmou.

A reitora lembrou, ainda, da importância das comunitárias, que são aquelas instituições que não possuem fins lucrativos e reinvestem todos os resultados na própria atividade educacional. “Através da nossa existência, muitos jovens puderam ter acesso ao ensino superior e hoje são cidadãos e trabalhadores que ajudam a desenvolver o Rio Grande”, reconheceu. De acordo com dados de 2017 apresentados pela reitora, o estado tinha cerca de 500 mil alunos matriculados, sendo 80% das matrículas privadas. Deste total, mais de 180 mil estudantes estavam nas universidades comunitárias.

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A presidente do Comung e reitora da Unisc, Carmen Lúcia de Lima Helfer, cumpriu agenda em Porto Alegre nesta segunda-feira, 10 de junho. Na oportunidade, participou de uma audiência com deputado Gabriel Souza para apresentação do Comung e de ações em Brasília. Também esteve presente no lançamento da Frente Parlamentar em defesa das Universidades Públicas, Privadas e Comunitárias do RS. Nesse evento, estiveram presentes reitores, pró-reitores e representantes das seguintes Instituições de Ensino: Univates, Unicruz, IPA, Unisc, Uergs, Feevale, PUC, URI, La Salle e UFN, além do secretário de Ciência e Tecnologia do RS, Luiz Lamb, e dos deputados Luis Augusto Lara e Fábio Branco.

A Frente, que conta com a assinatura de mais 24 deputados signatários, de diferentes campos ideológicos, pretende voltar-se ao ensino superior de maneira ampla e defender uma pauta comum entre as instituições. “Precisamos olhar a educação como ela é: apartidária. O que estamos instalando hoje é um espaço político importante para que possamos dialogar e construir soluções para as demandas apresentadas pelas universidades”, explicou o deputado Gabriel Souza.

Representando 15 instituições comunitárias do RS, a reitora da Unisc Carmen Lúcia de Lima Helfer defendeu que os parlamentares sejam porta-vozes das universidades nos espaços de debate. “Com cumplicidade, envolvimento e afinindade dos integrantes dessa Frente tenho certeza que ela renderá bons frutos e a nossa maior beneficiada com isso, com certeza, será a sociedade gaúcha”, afirmou.

A reitora lembrou, ainda, da importância das comunitárias, que são aquelas instituições que não possuem fins lucrativos e reinvestem todos os resultados na própria atividade educacional. “Através da nossa existência, muitos jovens puderam ter acesso ao ensino superior e hoje são cidadãos e trabalhadores que ajudam a desenvolver o Rio Grande”, reconheceu. De acordo com dados de 2017 apresentados pela reitora, o estado tinha cerca de 500 mil alunos matriculados, sendo 80% das matrículas privadas. Deste total, mais de 180 mil estudantes estavam nas universidades comunitárias.

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