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Serviços Comunitários

A Fisiounisc, nome designado à Clínica Escola de Fisioterapia da UNISC, vinculada ao Curso de Fisioterapia, é um dos mais modernos centros de reabilitação física do país. Planejada e construída para atender os pacientes da comunidade local e regional com a maior comodidade e acessibilidade possível, através da utilização dos modernos recursos físicos disponíveis na área de Fisioterapia, em salas climatizadas. Sua área física é de 983 m2, assim distribuídos:

  • Recepção e sala de espera;
  • 2 Consultórios para avaliação fisioterapêutica;
  • 1 Sala de orientação de estágio;
  • 1 Sala de Fisioterapia Pediátrica;
  • 1 Sala para os estagiários;
  • Setor de Cinesioterapia;
  • Setor de Mecanoterapia;
  • Setor de Hidroterapia ( piscina aquecida e turbilhão)
  • 2 Salas para Projetos de Extensão;
  • Setor de Eletroterapia e Parafina;
  • 3 Conjuntos de sanitários acessíveis.

A Fisiounisc está preparada para prestar atendimentos fisioterapêuticos àqueles indivíduos que apresentam alguma alteração funcional em 11 especialidades, são elas: ortopedia, traumatologia, neurologia adulto e infantil, pediatria, amputados, reumatologia, dermatofuncional, cardiovascular, pneumologia e uroginecologia. Estes acontecem nos turnos manhã, tarde e noite.

Abriga importantes projetos de extensão, atividades de práticas independentes e práticas assistidas das disciplinas que compõe a matriz curricular do Curso de Fisioterapia.

Atualmente são oferecidos os seguintes projetos de extensão:

  1. Atenção Fisioterapêutica Integral à Saúde Mulher. Responsáveis:  Claudia Maria Schuh e Profa Ana Cristina Sudbrack
  2. Serviço de Reabilitação Física. Responsáveis: Profa. Angela Cristina Ferreira da Silva e Prof Rafael Kniphoff da Silva
  3. Oficinas de Saúde na Hidroterapia. Responsável: Patrícia Oliveira Roveda

Apresentamos a equipe de professores fisioterapeutas orientadores/supervisores de estágio supervisionado da Fisiounisc:

  • Angela Cristina Ferreira da Silva
  • Ana Cristina Sudbrack
  • Angelo Hoff
  • Claudia Maria Schuh
  • Paula Bianchetti
  • Patrícia Oliveira Roveda
  • Rafael Kniphoff da Silva
  • Valéria Neves Kroeff Mayer

 

Equipe de apoio:

Técnico administrativo: Samoel Elias Iserhardt

Estagiarias funcionárias: Julia Rocha Cardoso  e Renata Limberger Schuck

Bolsistas: Indiana Cecília Bernardy

Através da Fisiounisc, o Curso de Fisioterapia presta um importante serviço à comunidade macrorregional, proporcionando melhora da qualidade de vida da população por ela assistida, o que reafirma o compromisso da Unisc como Instituição Comunitária. 

  

Horário de atendimento: 07:30hs as 21:30hs

Horário de atendimento:

01/08/2018 à 10/12/2018 - 7h30  às 21h30

   

     

Comunidade na Clínica Fisiounisc: Uso da Fisioterapia Aquática

 

Professora Msc. Patrícia Oliveira Roveda

 

            A clínica escola de Fisioterapia da UNISC – Fisiounisc, vem há 18 anos oferecendo serviços de qualidade à comunidade local e regional. Dentre as diversas possibilidades de prevenção, tratamento e reabilitação na Fisioterapia menciona-se a Fisioterapia Aquática (FA).  A FA é realizada em piscina bem aquecida (32 a 36ºC), uma das diferenças de piscinas utilizadas para natação e outras modalidades aquáticas, as quais tem menor temperatura, além de adaptações arquitetônicas (escada  e rampa com corrimão e barras), as quais oferecem maior conforto, acessibilidade e segurança aos pacientes.

            A FA é destinada para pessoas/pacientes de diferentes faixas etárias (da pediatria à geriatria) que apresentam diferentes diagnósticos de origem neurológica,  reumática, ortopédica, traumatológica, desportiva, respiratória, cardíaca, oncológica e ginecológica, sendo que nosso curso vem, ao longo dos anos, ofertando este atendimento à comunidade de modo a presenciar e acompanhar a evolução e o progresso de centenas de pacientes. 

            Vários são os benefícios alcançados neste meio diferenciado, através das propriedades físicas e fisiológicas da água aquecida, citamos: alívio de dor, redução do espasmo muscular, modulação de tônus muscular, melhora de amplitude de movimentos articulares, reeducação precoce da marcha, treino de equilíbrio, fortalecimento muscular, melhora da qualidade do sono e de vida, dentre outros. 

            Como funciona nosso serviço: os pacientes se inscrevem na Fisiounisc nos períodos determinados, são selecionados de acordo com as vagas e tipo de patologia, agenda-se a avaliação fisioterapêutica onde se investiga as necessidades de cada pessoa, assim como as possíveis contraindicações da imersão e de certas condutas. Após avaliação, os estagiários de final de curso, junto aos professores fisioterapeutas traçam metas e condutas específicas a cada caso e inicia-se o tratamento.

            É com alegria e gratidão que na trajetória do Curso temos acompanhado a melhora e as pequenas e grandes conquistas de um enorme contingente de pacientes por nós acompanhados, o que é fundamental para a qualidade de vida do próprio paciente, assim como enriquece muito a formação acadêmica de nossos alunos, futuros fisioterapeutas, pois cada sessão e todo o processo de recuperação propicia um enorme aprendizado teórico-prático acadêmico e profissional.

            Além do setor de hidroterapia oferecer vagas no estágio supervisionado, também existe a disciplina chamada Fisioterapia Aquática no sexto semestre e a possibilidade de participação da comunidade em Projetos de Extensão e pesquisas de Trabalho de Conclusão de Curso que ocorrem na piscina sob orientação docente.

 


ATENÇÃO E CUIDADO ÀS PESSOAS AMPUTADAS

Profa. Msc Angela Cristina Ferreira da Silva

Prof. Msc Rafael Kniphoff da Silva

                Uma das áreas que a Fisiounisc vem atuando fortemente no âmbito da formação e da assistência, focando na linha do cuidado em saúde, são as pessoas amputadas. Tal vertente formativa está alinhada aos pressupostos do ensino, da extensão, da intervenção seja ela preventiva às outras lesões e/ou na recuperação e/ou na reabilitação.

                A pessoa amputada chega à Fisiounisc por dois caminhos: o primeiro pela inscrição direta na recepção do nosso serviço e a segunda, através do Serviço de Reabilitação Física. Este por sua vez, é referência para 62 municípios da Região dos Vales, Rio pardo, Taquari e Jacuí. Através do ingresso o amputado terá toda assistência necessária para melhorar sua autoestima, independência e inserção familiar e comunitária. Temos os mais modernos recursos para as áreas da enfermagem, fisioterapia, serviço social, psicologia, terapia ocupacional e a ortopedia ACADEF de Canoas. Suporte este essencial para seu tratamento integral, mas sobre tudo, tem uma equipe de pessoas que cotidianamente se preocupam e buscam ações, aprimoramentos de habilidades e de competências que possam auxiliar em todos os níveis da atenção e do cuidado em saúde.

A pessoa amputada precisa realizar a reparação do seu coto (membro restante à  amputação) no que se refere aos aspectos osteomusculares associada a  boa vascularização,   a integridade da pele, as patologias associadas ou que levaram à amputação, ao equilíbrio estático e dinâmico e a funcionalidade. Estes aspectos aliados ao estado geral vão determinar se haverá protetização ou não. Nem sempre é possível protetizar, mas, sempre se deve dar condições de autonomia e qualidade de vida. Toda a preparação para efetivação da protetização é denominada de fase pré-protetização. Quando houver a possibilidade de protetizar outra fase se concretiza: fase de pós-protetização. Nesta haverá o cuidado com as etapas da marcha utilizando ou não órteses associadas (andadores, muletas, bengalas).  O equilíbrio tanto estático como dinâmico são variáveis fundamentais para o despenho e o desenvolvimento da autonomia, da mobilidade de ir e vir e das barreiras a serem enfrentadas no dia a dia.

Merece destacar que o coto precisa estar em forma cone ou cilíndrica para dar condições de promover de forma adequada a qualidade de vida do amputado, seja protetizado ou não. Para isso o enfaixamento logo após a cirurgia de amputação é muito importante. Primeiramente com atadura de crepom juntamente com o curativo de forma a iniciar a moldagem desse coto e, após a cicatrização cirúrgica a faixa elástica. Este processo de enfaixar vai depender do nível de amputação, mas o cuidado em não realizar o estrangulamento ou torniquete do coto é primordial para sua maturação.

                Para o desenvolvimento destas fases a Clínica Fisiounisc tem uma excelente estrutura física com equipamentos de vanguarda para contemplar, intervir e reabilitar as pessoas amputadas sejam elas protetizadas ou não. As intervenções fisioterapêuticas são centradas nos recursos fisioterapêuticos como eletrotermoterapia, cinesioterapia, mecanoterapia, hidroterapia e massoterapia.  A protetização para aquelas pessoas que buscam via SUS é realizada pela Associação Canoense de Deficientes Físicos – ACADEF da cidade de Canoas que vem à nossa Instituição fazer os moldes, a prova do equipamento e as duas entregas da prótese, a provisória e a definitiva.

Para a equipe da Fisiounisc é um desafio esses processos, mas a certeza da excelente formação acadêmica/profissional dos acadêmicos, também nesta área de atuação, os qualifica imediatamente para o mercado de trabalho. Assim, a UNISC cumpre sua missão de formar profissionais qualificados ao mesmo tempo de proporcionar qualidade de vida aos seus beneficiários amputados na sua assistência física-funcional.

Clínica de Fisioterapia da Unisc oferece vagas para pacientes

 

A Clínica de Fisioterapia da Unisc (FisioUnisc) está oferecendo vagas para pacientes nas seguintes áreas: Turno manhã:  Traumatologia (pós-operatório imediato), Pneumologia (DPOC, enfisema, asma), Úlceras e feridas. Turno tarde:  Traumatologia (pós-operatório imediato), Pneumologia (DPOC, enfisema, asma) e Uroginecologia. Turno noite: Amputados e Pneumologia (DPOC, enfisema, asma). 

As inscrições podem ser realizadas no bloco 34 da Unisc. A Clínica lembra que, de momento, hão há vagas para alterações de coluna e neurologia adulto ou infantil. Mais informações podem ser obtidas com Samoel Iserhardt, pelo e-mail samoelelias@unisc.br ou pelo fone (51) 3717-7538.

*Publicado por Josemar Santos

 


Divulgação

 

Neste primeiro semestre de 2018, o estágio supervisionado curricular na Clínica Fisiounisc contou com a participação de 27 acadêmicos do último ano do curso de Fisioterapia, distribuídos nos turnos manhã, tarde, noite e com orientação pedagógica de seis fisioterapeutas e docentes do curso. “Foi mais um semestre de crescimento, aprendizagens, construção e troca de muitas experiências vividas por toda a equipe no fazer fisioterapêutico diário”, destaca a coordenadora da Clínica, professora Angela Cristina Ferreira da Silva.

Além dos atendimentos à comunidade local e regional, que neste semestre somaram 3.577, o estágio contou com atividades orientadas, como estudos de caso, rounds, cuidando da equipe e capacitações. “Os mais diferentes casos clínicos foram assistidos neste período. Pessoas com patologias de origem neurológica, ortopédica, traumatológica, ginecológica, reumatológica, pneumológica, vascular e dermatofuncional, além de amputados, foram atendidas, enriquecendo bastante a formação acadêmica para uma prática profissional de qualidade dos nossos estudantes”, revela a professora do curso de Fisioterapia, professora Patricia Roveda.

Segundo ela, no intuito de inovar o fechamento deste semestre, a coordenação dos estágios sugeriu a criação de uma atividade final de integração entre os três turnos, denominada Gincana de Integração, tendo ocorrido na tarde do dia 2 de julho, nas dependências do bloco 34. Os objetivos da atividade foram: integrar os três turnos de estágio de forma a produzir outros sentidos no fim desta etapa; finalizar os estágios estimulando o trabalho cooperativo, coletivo e compartilhado, com troca de experiências pessoais e no estágio; estimular a criatividade associando cientificidade, ludicidade, resolutividade e foco, elementos importantes para o fazer fisioterapêutico; evidenciar a importância do estudo prévio e contínuo da fisioterapia na recuperação e na reabilitação dos pacientes; e verificar a percepção individual e grupal do semestre.

A gincana, organizada pelos orientadores de estágio, foi composta por diversas atividades, que abordaram situações da futura vida profissional pautadas nas experiências na graduação, além de despertar a criatividade no desenvolvimento de teatros, na criação de boomerangs, na demonstração de equipamentos fisioterápicos, na escolha de referências bibliográficas utilizadas no estágio, no desenvolvimento de painel, entre outros. A competição foi finalizada com lanche coletivo e entrega de um mimo.

“A avaliação da atividade por toda a equipe foi bastante positiva. Os estagiários foram muito participativos e se permitiram compartilhar e ousar junto aos colegas. O grupo de docentes que participou também considerou a gincana um excelente momento de troca e de feedback do grupo, sendo proposta que se mantenha essa atividade no segundo semestre de 2018”, salienta a professora Patricia. “Considerando que a formação em saúde está em constante transformação, tal iniciativa foi bastante motivadora e eficiente para atingir os objetivos propostos”, complementa a docente.

 

 

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